“Sim, eu encontrei Paul McCartney” – O texto de um fã emocionado que conheceu o ex-Beatle ontem em BH

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Texto de Dandan Gallagher no facebook.

Sim, eu encontrei Paul McCartney.

Sim, apertei a mão dele.

Sim, conversei com ele. Expliquei que é mais legal ele falar” Beagá” em vez de Belo Horizonte. As pessoas iriam gostar. Nós mineiros iríamos adorar. Ele perguntou o que era Beagá e eu disse que eram as iniciais do nome da nossa cidade. Ele disse então que ia pedir ao tradutor dele que colocasse no texto que ele fala durante o show em português.

Coincidência ou não, a primeira coisa que ele falou depois de subir no palco ontem foi “Beagá”.

Essa experiência única de encontrá-lo é algo que muitas pessoas gostariam de ter. Fãs e mesmo não fãs não se importariam de chegar perto de alguém que já passou do status de ser humano para lenda viva há muitos anos.

Nem provar que estive com ele eu consigo, pois não é possível chegar perto dele com nada que se assemelhe a uma câmera. Autógrafos? Nem pensar. Selfies? Apenas em sonhos.

A única coisa que tenho são os testemunhos de quem estava comigo naquele momento. E eventualmente a foto que o fotógrafo oficial dele tirou de nós vai pintar no meu email e vou poder enfim provar que conheci Paul McCartney.

Mas não é sobre isso que quero falar. Quero falar da experiência mais significativa de todas. Conhecer Paul McCartney me fez ganhar uma nova perspectiva sobre o privilégio de poder assistir, ao vivo e a cores, a um show dele.

A sorte ou mérito de encontrá-lo pessoalmente não se compara à sorte que nós todos temos de assistir a esse cara fazendo aquilo que o define e o que faz com que gostemos tanto dele.

O encontro mais importante, mais significativo e mais real é aquele em que todos nós nos juntamos em um estádio e cantamos, nos abraçamos e choramos ao som da música que ele faz.

Esse encontro a meu ver é a celebração máxima daquilo que define essa relação entre ídolo da música e fã. Porque no fim das contas, o que realmente mudou nossa vida foi a música que ele compôs, gravou, tocou e toca, ainda hoje aos 75 anos, no mundo inteiro.

Graças a Paul McCartney, eu quis pegar uma guitarra e aprender a fazer música quando era adolescente, e graças à inspiração que ele incutiu em mim, eu ganho minha vida hoje 100% conectado com música.

Pode até ser uma mera coincidência, mas o fato é que foram Paul e os Beatles que cruzaram meu caminho e mudaram minha forma de existir. Não é pouca coisa, gente.

Então é bom poder dizer que agradeci a ele pessoalmente por mudar minha vida, mas melhor ainda é fazer parte dessa celebração que foi o show dele ontem e todos os outros shows que tive o privilégio de assistir.

Obrigado Paul. Esperamos seu breve retorno!

#OneOnOn
#PaulVeioFalarUaiDeNovo


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